Na oportunidade de encontro com o ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges e em companhia do então senador, Armando Monteiro, o presidente e o diretor da SINGUSGESSO-PE, respectivamente Josias Inojosa Filho e Hildeberto Alencar, falaram sobre a necessidade de melhorias para o ambiente de produção do Pólo Gesseiro como um todo. À pauta, apontava também a ameaça que tem se tornado a entrada indiscriminada no país de produtos vindos do exterior, inclusive a própria matéria-prima utilizada na produção gesseira.

Salientou-se também sobre as dificuldades encontradas para o escoamento da produção realizada no Sertão do Araripe Pernambucano, de forma que essa tem sido uma, senão a principal, dificuldade enfrentada pelos empresários do ramo no que diz respeito a mercado logístico e competitividade de mercado. Pois, toda essa inviabilidade de escoamento torna o produto mais caro e conseqüentemente com custos ainda maiores ao seu destino final: o cliente.

O Pólo Gesseiro é o mais importante arranjo produtivo do semiárido nordestino. Portanto, precisa ser apoiado, por ser um setor que gera muitos empregos, direta e indiretamente no estado de Pernambuco. Lembrando, também que no estado estão 97% das reservas de gipsita do Brasil. São quase 700 empresas entre minas, calcinadoras e fabricantes de artefatos de gesso.

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