Venha conferir a nova PopyStore

O que era bom ficou ainda melhor!

As empresárias Auristélia Amorim e Rosa Maria estão sempre empenhadas em atender seus clientes e amigos com qualidade e requinte, pensando nisso a dupla está reinaugurando seu empreendimento PopyStore na manhã de hoje (09). Com um ambiente totalmente novo, amplo e com muitas novidades aos clientes e amigos; já pensando no Dia das Mães!

A nova PopyStore está localizada à rua Hortência Pereira Lima, no Centro de Araripina e funcionando de segunda à sábado com um horário estendido pensando no cliente, abrindo às 8h e fechando suas portas às 18h – e especialmente amanhã (10), Dia das Mães, estará funcionando das 9h às 12h, primando o bem estar do cliente e disponibilizando presentes com o bom gosto e a qualidade que só a PopyStore dispõem aos filhos, pais e esposos que deixaram o presente da mamãe pra última hora.

Então não perde tempo, dá uma passadinha lá na PopyStore e conversa com as meninas, confere as novidades que chegaram, os itens que só a PopyStore dispõem na região e claro, aquele desconto especial que sempre tem aos clientes!

Não deixe o Dia das Mães passar em branco, vai na PopyStore que lá você encontra o presente ideal!

 

HOMENAGEM A PENA BRANCA

É com muito pesar que homenageamos cantor José Ramiro Sobrinho, o cantor Pena Branca, da dupla PENA BRANCA e XAVANTINHO. Pena Branca, em sua arte, tocava e cantava com legitimidade, as riquezas da cultura popular: beleza, emoção, sonho, lamento, crença. Por isso mesmo a cultura popular fica menos rica com sua ausência.

O Cantor, morto na noite de segunda-feira (08/01/2010), na zona norte de São Paulo, aos 70 anos, nasceu em 1939 na cidade de Igarapava (SP), cerca de 450 km da capital paulista. Iniciou a carreira solo em 1999 com a morte do irmão, Ranulfo Ramiro da Silva, que na época tinha 57 anos. No começo da carreira, os irmãos tentaram a carreira como José e Ranulfo. Depois, mudaram para Peroba e Jatobá, Xavante e Xavantinho até se fixarem como Pena Branca e Xavantinho e se destacarem. A dupla começou a cantar em 1962; e, em 1968, mudou-se para São Paulo para tentar a vida artística. Pena Branca e Xavantinho ganharam, em 1990, o Prêmio Sharp de melhor música (“Casa de Barro”, de Xavantinho e Moniz) e melhor disco (“Cantado do Mundo Afora”).

Em 1992, a dupla recebeu o prêmios Sharp e APCA. Os irmãos gravaram, em 1993, Violas e Canções (Velas), destacando-se Viola Quebrada (Mário de Andrade). Ainda naquele ano, os shows da dupla chegaram até os Estados Unidos. Lançaram ainda Ribeirão encheu (Velas), em 1995, com Luar do sertão (João Pernambuco e Catullo da Paixão Cearense), e Pingo d’água (Velas), em 1996, com Tristeza do Jeca (Angelino de Oliveira) e Flor do Cafezal (Luís Carlos Paraná).

Em 2001, o músico recebeu o Grammy Latino de Melhor Disco Sertanejo com o álbum Semente Caipira, gravado com o grupo Viola de Nóis. O último trabalho de Pena Branca é Cantar Caipira, de 2008.
passagem de PENA BRANCA.

Tive a sorte de conhecer PENA BRANCA e XAVANTINHO em Mauá região da grande SP, onde recebi das mãos deles e de João Pacífico,um prêmio de participação no FEVIMA – Festival de Violeiros de Mauá. Era uma das duplas que mais me identificava e admirava, e que também tinha em seu repertório, Vaca Estrela e Boi Fubá, do grande poeta Patativa do Assaré.

Cacá Lopes

Simplesmente, o Filme!

Para quem já leu o livro, assistir o filme vai ser muito impressionante. O livro é muito bom e cheio de imaginação quando se lê…sou fã de Dan Brown..pois já  li o livro e o filme  fica mais facinante.

Três anos depois do lançamento do filme “O código Da Vinci”, chegou aos cinemas nesta sexta-feira (15) a adaptação de “Anjos e demônios”, baseado em outro best-seller de Dan Brown publicado antes.

 Na nova produção, Tom Hanks volta a encarnar o simbologista Robert Langdon, que centraliza a trama, e a direção mais uma vez fica nas mãos de Ron Howard. Só que desta vez o cineasta aposta mais pesado na ação e na polêmica para atrair o público e se redimir da sonolência causada pelo primeiro filme da série em leitores e não leitores de Dan Brown.

Outra novidade é a nova companheira de aventura de Hanks: sai Audrey Tautou, entra a atriz israelense Ayelet Zurer, pouco conhecida da plateia, que vive a cientista Vitória. O elenco também traz Ewan McGregor, que tenta convencer no papel de camerlengo, um cardeal que administra a Igreja entre a morte de um papa e a eleição de um sucessor.

 

Ambientado quase totalmente em Roma e no Vaticano, “Anjos e demônios” traz cenas de ação de tirar o fôlego, que exploram os labirintos de ruelas e monumentos espalhados por essa bela cidade. 

Na trama, a batalha entre ciência e fé assume contornos ainda mais evidentes e, consequentemente, polêmicos. O longa foi condenado pelo Vaticano, que chegou a aconselhar que os fiéis façam um boicote. Mas o que teria incomodado tanto a Santa Sé?

 Trama

O filme começa com a morte do papa em Roma, ao mesmo tempo em que, em um laboratório na Suíça, cientistas conseguem criar a antimatéria, depois de décadas de tentativa.  

 Em seguida, Langdon recebe um pedido de ajuda do Vaticano, que está preocupado com o surgimento de conspirações dentro da Igreja e com a ameaça de uma organização secreta, os Iluminati, que planeja assassinar os principais candidatos ao posto do pontífice. Assim, o simbologista se une à cientista para tentar decifrar pistas e salvar a vida dos cardeais ameaçados, correndo contra o relógio.

 

Entretanto, como já é esperado nas histórias de Dan Brown, o protagonista segue em linha reta só até um certo ponto, já que novas descobertas podem leva-lo a rever seus conhecimentos iniciais.

 Num movimento similar,  neste filme, o diretor também parece rever sua experiência anterior, arriscando uma adaptação menos fiel ao livro e mais comprometida em entreter o espectador do que em ressaltar os supostos saques de gênio do autor. O resultado é uma produção mais divertida e ágil do que a primeira e não tão ofensiva ao Catolicismo quanto pode parecer.