Um mês de reflexão sobre as consequências de um trânsito que mata 45 mil pessoas por ano, fere outras 178 mil e ainda custa R$ 16 bilhões à sociedade. O Maio Amarelo, que será lançado sexta-feira pelo segundo ano consecutivo no Brasil, chega para provocar reflexões. Não tem dono, partido ou bandeira política. Surge com o objetivo de mudar hábitos para diminuir o número de mortes e feridos no trânsito, fazendo as pessoas entenderem que a responsabilidade de um trânsito seguro é de todos.

O Maio Amarelo é um movimento brasileiro. Surgiu como reação à matança viária vivenciada pelo País, especialmente na última década, e à inércia da sociedade e do poder público diante do problema. O Brasil é o quarto País que mais mata no trânsito e, segundo previsão da Organização Mundial da Saúde (OMS), as mortes só aumentarão se ações eficazes não acontecerem urgentemente. Os acidentes passarão da 9ª para a 7ª maior causa global de óbitos em 2030. As mortes de motoristas, pedestres e ciclistas irão superar doenças como diabete e hipertensão, por exemplo.

“É mais do que chegada a hora de cuidarmos da segurança viária. O Maio Amarelo se propõe a atuar de duas formas: primeiro, fazendo com que as pessoas entendam o problema e cobrem soluções não só do poder público, mas de toda a sociedade. Depois, que todos façam sua parte, mudando hábitos, não importa se como motorista, passageiro, ciclista ou pedestre”, explica Paulo Guimarães, diretor técnico do Observatório Nacional de Segurança Viária, organização que analisa problemas do trânsito e que gera conteúdo para o Maio Amarelo.

Fonte: jconline.com.br

Publicado por Dyangellys Batista

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