Maconha você é a favor ou contra?

Como diz o vocalista Marcelo D2 – legalize – já …dê sua opinião! 

Você é a favor ou contra?, dessa legalização da maconha dê sua opinião!

 

Um dos temas abordados em todos os jornais hoje  pela manhã , é da participação do ministro Carlos Minc –  O trafico esta matando mais do que a overdose.

 

A BM (Brigada Militar) registrou cerca de 350 participantes na Mareha da Maconha realizada às 15h de ontem, no Parque da Redenção, região central de Porto Alegre. Os manifestantes cumpriram a promessa de não fazer apologia à droga, reclamando sua descriminalização empunhando cartazes e entoando cânticos e palavras de ordem. Desta maneira, a caminhada ocorreu de for-
ma pacífica e sem incidentes ou confrontos com a BM.

 

Um dos argumentos da organização do evento para reivindicar a liberação da substância é que a erva seria benéfica nos tratamentos de câncer, aids e glaucoma. Os defensores também exigiam seu reconhecimento no campo medicinal.

A manifestação foi possibilitada depois que o Ministério Público gaúcho decidiu não interferir, desde que não houvesse condutas que transpusessem os limites legais, segundo o promotor de Justiça Fabiano Dallazen. A organização do evento, em seu sito (www.marchadamaconha.org), aconselhou os participantes a não consumir nem levar maconha ou outras drogas ao evento. “Lembre que ainda é crime e a Marcha não foi organizada para cometer crimes, incentivá-los ou fazer apologia.”

RIGIDEZ – Mas se engana quem imaginar que a realização do ato poderá redundar em uma atitude menos rígida em relação ao tráfico e ao consumo de drogas na capital, em particular no Parque da Redenção e suas imediações, locais onde ocorrem diversos delitos relacionados ao narcotráfico. “Muito pelo contrário, apertaremos mais o cerco para prender mais traficantes. Apreensões de drogas como maconha e crack são comuns na avenida Osvaldo Aranha”, declarou o titular do Comando de Policiamento da Capital, coronel Jones Calixtrato.

Quem for flagrado cometendo o crime previsto no artigo 33, parágrafo 72 da Lei de Tóxicos – “induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de droga” — estará sujeito à detenção de um a três anos pagamento de multa.

MINISTRO — Milhares de pessoas caminharam pela avenida Vieira Souto, em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, durante a Marcha da Maconha. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, participou do movimento. “Hoje a guerra das drogas mata mais do que a overdose. Só a hipocrisia não vê isso”, gritou o ministro, sendo ovaeionado por todos. “Não é porque eu sou ministro que ia deixar de fazer o que eu acredito. Grande parte da violência que nós sofremos é por causa do tráfico. Usuário não pode ser tratado como criminoso”, completou Minc.

Em Minas Gerais, a adesão foi hem menos expressiva. Cerca de 50 jovens se concentraram na Praça da Estação e seguiram até a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Com cartazes os participantes procuraram instigar a sociedade com a pergunta “Por que legalizar?”. O ato foi realizado em mais de 250 cidades do mundo, conforme seus organizadores

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11 comentários

  1. Sou totalmente contra a legalização da maconha. É tolice crermos que com uma possível legalização vamos solucionar os problemas que são ocasionados pelo tráfico. Crêr que legalizar a maconha soluciona, é o mesmo que acreditarmos que para resolver os problemas dos altos índices de homicídios basta legalizar a matança. Discriminalizar não é a solução! Todo e qualquer problema de uma sociedade minimamente organizada passa por uma questão simples e básica: educação. E, inclua-se aí, conscientização. Os efeitos da maconha no nosso organismo são tão nefastos quanto o de qualquer outra drogra. Saliento, que isso é apenas uma opinião pessoal e embasada em conhecimentos técnicos, no entanto, não confunda-a com verdade absoluta.

  2. Apenas para conhecimento do grande público, segue aqui alguns efeitos dessa droga no nosso organismo:

    Ao chegar na corrente sangüínea, a maconha passa por todos os tecidos do organismo. As sensações experimentadas variam com o teor de Delta 9THC das preparações (que varia de acordo com a parte da planta utilizada e o modo como são preparadas), via de introdução e absorção do Delta 9THC. Os efeitos variam muito de indivíduo para indivíduo e dependem da personalidade e mesmo do grau de experiência do indivíduo no uso da droga.
    A curto prazo, os efeitos comportamentais típicos são:
    -período inicial de euforia (sensação de bem-estar e felicidade, seguido de relaxamento e sonolência).
    -quando em grupo, ocorrem risos espontâneos (risos e gritos imoderados como reação a um estímulo verbal qualquer).
    -perda da definição de tempo e espaço: o tempo passa mais lentamente (um minuto pode parecer uma hora ou mais), e as distâncias são calculadas muito maiores do que realmente são (um túnel de 10 metros de comprimento, pôr exemplo pode parecer ter 50 ou 100 metros). -coordenação motora diminuída: perda do equilíbrio e estabilidade postular.
    -alteração da memória recente.
    -falha nas funções intelectuais e cognitivas.
    .maior fluxo de idéias
    .pensamento mais rápido que a capacidade de falar, dificultando a comunicação oral, a concentração, o aprendizado e o desenvolvimento intelectual.
    .idéias confusas.
    -aumento da freqüência cardíaca (taquicardia).
    -hiperemia das conjuntivas (olhos vermelhos).
    -aumento do apetite (especialmente por doces) com secura na boca e garganta – é a popular “larica”.

    Doses mais altas de Delta 9 THC podem levar a:
    -alucinações, ilusões e paranóias.
    -pensamentos confusos e desorganizados.
    -despersonalização.
    -ansiedade e angústia que podem levar ao pânico.
    -sensação de extremidades pesadas.
    -medo da morte.
    -incapacidade para o ato sexual (até impotência).

    A longo prazo, a extensão dos danos, bem caracterizados, se restringem ao sistema pulmonar e cardiovascular.
    Sistema pulmonar:

    -maior risco de desenvolver câncer de pulmão.

    -diminuição das defesas, facilitando infecções.

    -dor de garganta e tosse crônica.
    sistema cardiovascular:

    -aumenta os riscos de isquemia cardíaca.

    -percepção do batimento cardíaco.

    Obs: A mulher que amamenta passa as toxinas da droga para a criança através do leite materno.
    Delta-9-THC = delta-9-tetraidrocanabinol

    Grato.

  3. Só que mesmo legalizada ou não? quem fuma sempre vai fumar. Vcs falam em proibição como se fosse diminuir a comercialização.
    Agora eu pergunto :

    A bebida Alcoólica era pra ser probida?
    O cigarro era pra ser proibido?

  4. Eita mas que falta de informação e que “preconceito” tem esse povo careta que não se droga, né gente..? Prá que marchar para melhorar a saúde, construir hospitais, escolas, faculdades gratuitas, prá que..? Vamos marchar para LIBERAR A MACONHA, não é ..? drogado é moderno, avançado, sabe de tudo, .. só não sabe o caminho pró seu hospital particular, pois vai sempre no hospital do SUS ..
    Bando de babacas, otários, frouxos, sem noção e fracos de princípios práticos, isso é o que são todos os usuários e simpatizantes da liberação da maconha. Com tanta campanha encima do uso prejudicial do cigarro comum, vem essa cambada de intectualóides metidos a besta agora LUTAR pela liberação da maconha, acusando o povo de “falta de informação”….. Os chapados ocultos agora lêem artigos na internet e se julgam brilhantemente “informados”, vivem exigindo que os não simpatizantes provem que a maconha faz mal, mas na verdade jamais pisaram numa biblioteca de verdade pra ler o que é verdadeiramente idôneo …
    Tem que ser fera prá colocar o que preste nas grandes obras oficiais de valor cientifico reconhecido, mas os drogados desconsideram que a internet tá um lixo prá informação científica, já foi um bom veículo de consulta, mas hoje qualquer marginal ou babaca coloca o que bem quiser na web, basta ver os sites de pedofilia, anorexia, sites de incentivo ao crime, tráfico de drogas, tráfico de armas, etc..etc..
    Ninguém dá ponto sem nó, quem defende o uso e liberação é quem usou, gostou e tá dando uma de moralista prá liberar o objeto de sua luxúria por um custo bem mais em conta, … fdp viciados … o verdadeiro cidadão tá com muita dificuldade de dirigir com tanta fumaça na pista …
    Haja estômago pra tanta hipocrisia e mediocridade.

  5. Eu sou totalmente a favor da legalização da maconha, porque o cigarro tem mais de 1700 substancias e é legalizado, mas ai vem: mas o cigarro nao te deixa “doidão” mas o alcool sim, e deixa muito mais alucinado doque a maconha, e o indice de viciado em bebidas alcolicas é maior que o de maconha. E ate pode ser que quando alguem fuma maconha, pode abrir oportunidade de usar outra coisa, mas ai vai na cabeça de cada um.
    E sinceramente, pra mim ia mudar sim alguma coisa em relação ao tráfico.
    Maconha é uma erva que ta ali pra voce plantar, colher, usufluir dela, é uma coisa natual.
    A estupudez é a essencia do preconceito. Legalize Cannabis

  6. Dahyana, a essência da hipocrisia e sordidez é ficar tachando como preconceito medidas de repressão contra o uso de substancias ilícitas, …..
    Vc engloba essa gleba de caras–de-pau falando bonitinho com discursos decorados só para se aliviar na base de justificativas chulas para sua fraqueza …se a questão é o que vai na cabeça de qualquer um depois que fuma, o mundo tá mesmo ferrado …
    Encha a boca com urtiga ou pimenta do reino ..não deve te fazer mal, afinal é tudo natural ..

  7. meu comentario é
    diga não a maconha ser liberada
    pq vai virar igual a o alcool eo cigarro
    entao pense antes de vazer essa coisa
    horrivel.a maconha é uma droga literalmente
    se ligue por favor.!
    bjs da estudante neyla
    da escola ens.fund. joão batista pereira da silva. deixo esse recado para os enternaltas para vcs se consientizar nisso.obrigado pela atenção.se ligue se liberar a maconha vc vai se dar mal.
    bjs de uma das pessoas que querem o seu bem!

  8. O GOVERNO DA HOLANDA CONFIRMA: MACONHA FAZ MAL À SAÚDE

    Milton Corrêa da Costa

    A chamada “corrente progressista”, encabeçada no Brasil pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que objetiva a descriminalização e legalização de drogas, a começar pela maconha, inclusive com direito a cultivo para uso próprio, acaba de sofrer um duro revés. A Holanda anunciou, nesta sexta-feira, uma política de menor tolerância com a maconha. O governo holandês declarou que vai nivelar a chamada “maconha de alta concentração”, vendida no país, na mesma classificação de tóxicos como a cocaína e o êxtase, drogas consideradas pesadas. O ministro da Economia da Holanda, Maxime Verhagen, afirmou que a droga, com mais de 15% na composição de sua substância psicoativa, o tetrahidrocanabinol (THC), tem uma potência muito maior do que a forma mais leve da erva. Segundo ele, o tóxico “causa um prejuízo crescente na saúde pública do país”. A medida é o passo mais recente do governo holandês para tentar reverter a notória política de tolerância da Holanda com as drogas.

    Assim chega-se á conclusão, após diferentes estudos e pesquisas empreendidas aqui citadas, que a cannabis não é tão inofensiva e recreativa como alguns imaginam. O hábito de fumar maconha, mesmo em pouca quantidade, pode danificar a memória, segundo recente estudo elaborado pela Universidade Federal de São Paulo(UNIFESP). Quando o uso é crônico e se inicia antes dos 15 anos de idade, o risco é ainda maior, devido ao efeito tóxico e cumulativo do tetrahidrocanabinol (hoje mais potente pelas mutações genéticas), no desempenho cerebral.

    Ficou constatado, por exemplo, que no exame toxicológico efetuado no jovem Carlos Eduardo Sandfeld Nunes, de 24 anos, assassino confesso do cartunista Glauco Villas Boas e do seu filho Raoni, fato ocorrido, no ano de 2009, em São Paulo, que ele se encontrava sob o efeito de maconha no momento do crime. Ressalte-se que Cadu, apelido do homicida, fumava cannabis desde os 15 anos, não estudava nem trabalhava , passando a traficar a droga e apresentava surtos psicóticos (alucinações e delírios).

    Tal fato remete-nos a uma pesquisa – foi publicada tempos atrás nas páginas da Internet com notícia originária de Londres – onde mostrou que jovens que fumam maconha por seis anos ou mais têm o dobro de possibilidade de sofrer de episódios psicóticos do que pessoas que nunca fumaram a droga. As descobertas fortalecem uma pesquisa anterior que relacionam psicose à droga, particularmente em sua forma mais potente, o skunk. Apesar da lei que proíbe, em alguns países, o consumo da cannabis e outras formas, cerca de 190 milhões de pessoas são usuárias de maconha no mundo, segundo estimativa da ONU, o que envolve 4% da população ativa. O país com o maior número de consumidores é a França.

    John McGrath, do Instituto Neurológico de Queensland, na Austrália, estudou mais de 3.800 homens e mulheres nascidos entre 1981e 1984 e comparou seus comportamentos, após completarem 21 anos de idade, para perguntar-lhes (já eram pacientes) sobre o uso da maconha em suas vidas, avaliando os entrevistados para episódios psíquicos. Cerca de 18% relataram uso de maconha três anos ou mais, cerca de 16% de quatro a cinco anos e 14% durante seis ou mais anos.. Comparados aos que nunca haviam usado cannabis, jovens adultos, que tinham seis ou mais anos desde o primeiro uso da droga, tinham duas vezes mais chances de desenvolverem psicose não afetiva, como esquizofrenia, disse McGrath, conforme estudo publicado na revista de psiquiatria “Archives of General Psychiatry.

    Mais uma voz responsável surge para acabar com essa ideia de que a maconha é uma droga inofensiva. A diretora do Instituto Nacional sobre Abuso de Drogas (Nida, em inglês), a mexicana Nora Volkow, jogou mais uma pá de cal nessa falácia: “ Há quem veja a maconha como uma droga inofensiva. Trata-se de um erro. Comprovadamente, a maconha tem efeitos bastante danosos. Ela pode bloquear receptores neurais muito importantes. Estudos feitos em animais mostraram que, expostos ao componente ativo da maconha, o tetrahidrocanabinol (THC), eles deixam de produzir seus próprios canabinoides naturais (associados ao controle do apetite, memória e humor). Isso causa desde aumento da ansiedade até perda de memória e depressão. Claro que há pessoas que fumam maconha diariamente por toda a vida sem que sofram consequências negativas, assim como há quem fume cigarros até os 100 anos de idade e não desenvolva câncer de pulmão. Mas até agora não temos como saber quem é tolerante à droga e quem não é. Então, a maconha é, sim, perigosa” – afirmou a psiquiatra que conduziu na década de 80 os estudos comprovando que a cocaína causa dependência química, além de graves danos ao cérebro.

    Assim sendo, ainda que conclusões científicas precisem ser relativizadas mormente quanto a um tema tão polêmico – cada caso é um caso – não se pode desconsiderar tais estudos. A busca de estados alterados de consciência, através do uso de drogas ilícitas -não estamos falando das drogas livres sob o ponto de vista legal e jurídico nem das controladas por receita médica- é própria da espécie humana desde a antiguidade e os progressistas vem afirmando, cada vez com mais ênfase, que o mundo definitivamente perdeu a guerra contra as drogas ilícitas. Ou seja, a política atual seria um verdadeiro fracasso e o caminho do bom senso seria a descriminalização do uso de drogas. O estado não teria inclusive o direito de proibir o uso. A grande vantagem seria o enfraquecimento do crime organizado, sem falar na redução da corrupção policial que a ilegalidade da droga sempre proporciona.

    Tais argumentos são válidos não resta dúvida, até porque abstinência total de substâncias entorpecentes ilegais seria utopismo imaginado pelos conservadores. Obviamente que o mundo sem drogas não existe. As drogas sintéticas e as ‘legal highs’, fabricadas em geral nos países mais ricos, são inclusive as que tiveram maior aumento de consumo nos últimos anos. A questão é saber- não há certeza sobre tal dúvida- se uma política de enfrentamento ao problema com a descriminalização seria de fato o cerne da estratégia que propiciaria o efetivo controle do estado e a consistente redução de danos. Há que saber também quanto se gastaria com despesas de recuperação de dependentes numa política mais permissiva.

    Registre-se que apesar do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack o país não está conseguindo conter a epidemia do uso da chamada ‘droga da morte’. Tal plano não tem sido capaz de atender a 1/3 dos 95% dos municípios envolvidos com a gravíssima questão que põe em risco toda a juventude. As cracolândias espalham-se rapidamente pelo país. O oxi, droga mais devastadora ainda que o crack, também já está presente em 13 estados brasileiros, fazendo crescer a ameaça aos mais jovens.

    Por outro lado, num recente debate, na Comissão de Assuntos Sociais do Senado, concluiu-se que a venda indiscriminada de bebidas a jovens, sem o devido controle, além de funcionar como uma espécie de porta de entrada para o consumo de outras drogas, seria argumento suficiente para derrubar qualquer inciativa de liberação do consumo de drogas no país. Sobre o perigo do crack. O médico psiquiatra Emanuel Fortes Silveira Cavalcanti, representante da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), presente ao debate da comissão do Senado, lembrou que o consumo da droga tem aumentado no país e que, em Goiás, por exemplo, 60% dos julgamentos de crimes têm como réus usuários da droga. Ele não poupou críticas à “falta de controle” do governo sobre as indústrias químicas que fabricam éter e acetona, insumos fundamentais para o refino da cocaína e, por consequência, do crack, que é um derivado da droga.

    A realidade é que descriminalizar e legalizar drogas no país pode ser um verdadeiro tiro no pé. Neste caso a emenda poderá ser pior que o soneto. À sociedade e ao governo fica bem claro que o melhor caminho continua sendo a prevenção e o tratamento para recuperação dos dependentes e os “usuários recreacionais”, ainda que também estes financiem os fuzis do tráfico e a violêncis. A Holanda acaba de constatar e mostrar ao mundo que quando o assunto é drogas não há verdades absolutas e acabadas. Por enquanto, no Brasil, a guerra às drogas tem que prosseguir. O país não pode virar palco permissivo de uma legião de jovens drogados, amotivados e sem rumo.

    Milton Corrêa da Costa é coronel da PM do Rio na reserva

  9. NÃO, NÃO E NÃO !!! NÃO TEM QUE LIBERAR ÉSSA PORCARIA DE JEITO NENHUM. O ENSINO NO BRASIL JA É UMA PORCARIA. SE LIBERAR, AI É QUE ESSE PAIS NÃO IRA PARA FRENTE COM O APRENDIZADO DE NOSSAS CRIANÇAS. IMAGINA O TANTO DE CRIANÇAS E ADOLECENTES QUE IRÃO FUMAR ÉSSA MERDA NA PORTA DOS COLEGIOS E NOS INTERVALOS DAS AULAS POR EXEMPLO??? FAZ A SOMA (ENSINO DE PÉSSIMA QUALIDADE + MACONHA LIBERADA). E SEM FALAR QUE ÉSSA PORCARIA É O PASSAPORTE PARA AS OUTRAS DROGAS COMO CACAINA E CRACK POR EXEMPLO. IMAGINEM NAS PROPRIAS RUAS CHEIAS DE VAGABUNDOS MARGINAIS FUMANDO ÉSSA BOSTA DESRRESPEITANDO PESSOAS DE BEM DENTRO DE LUGARES PUBLICOS COMO SUPERMERCADOS, SHOPPINGS, HOSPITAIS E ETC ??? O CHEIRO DESSA PORCARIA DA DOR DE CABEÇA!!! ÉSSA PORCARIA IRIA AUMENTAR O NUMERO DE ROUBOS E ASSAUTOS ENTRE ADOLECENTES QUE NÃO TRABALHAM, PARA MANTER O VICIO DESSA DROGA SAFADA E DESCABIDA. DIGA NÃO A MACONHA !!! DIGA SIM A SAUDE E A MORALIZAÇÃO DESSE PAIS. DIGA NÃO, NÃO E NÃO!!!

  10. Alguns até diminuem o discurso intelectualóide e partem para agressões…mas td bem…isso é esperado … coisa de maconheiro frouxo e ignorante, tentam professorar charme sentando no tomate , .. e na falta de argumentação decente, vem até comparar com hortelã, alface, cebolinha ..?? ma que baita comparação inteligente….td a ver…show de bola…!! sustentando idéias cagadas e distorcendo o óbvio com embute de desespero como vítima de uma sociedade injusta… verdadeiros cânceres se fazendo de inteligente que se deprimem por ausência de argumentação de apoio.. eu curto é saúde com tudo que é natural e faz bem, nessa questão tenho muito mais a viver que esses patetas, bunda-moles manipulados e dominados por uma fraqueza que já idolatram como parte de seus corpos, .. vomitando idéias de jerico como uma descarga de latrina, com argumentos lógicos e ideológicos que nunca convencerão alguém que a maconha é apenas um probleminha político …visão proporcional ao zoinho dos maconheiros queimando bravo e culpando “sistemas” que não os sustentam…só querem assar seus bagos com essa merda e clamam por apoio prá isso… essa convicção alucinada prova tudo isso..

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