CNI/Ibope: Dilma sobe, Serra lidera e avaliação de Lula volta a melhorar

A pesquisa CNI/Ibope que será divulgada hoje tem boas notícias para o governo, para Dilma Rousseff e para José Serra.

Primeiro, Lula. A avaliação do governo Lula voltou a subir, confirmando o que já constataram o Datafolha e o Sensus nas últimas semanas. O governo Lula é considerado “bom” ou “ótimo” para cerca de 59% dos brasileiros – em abril, o mesmo Ibope aferiu que 48% dos brasileiros pensavam dessa forma. Isso significa que Lula voltou ao patamar de avaliação positiva de dezembro.

A aprovação a Lula também melhorou. Está em torno dos 70%. Em abril, este índice ficara em 65%. Em resumo, o modo como Lula lidou com a crise econômica, segundo a percepção dos brasileiros, foi o elemento-chave para a melhora nos índices. Os brasileiros acreditam que o governo e o Brasil enfrentaram a crise – e a derrotaram.

O Ibope também quis saber o que o brasileiro pensa da sucessão de Lula. José Serra continua liderando a corrida, com mais do que o dobro dos votos de Dilma Rousseff, que, no entanto, está subindo. Aos números: Serra aparecerá com 38%  e Dilma com 18%. Depois, surgem Ciro Gomes, com 13%, e Heloísa Helena, com 8% das preferências.

Quando o Ibope apresenta ao eleitor a opção Aécio Neves, Dilma passa a liderar a corrida. O Nordeste é a região em que Dilma aparece com mais apoio.

Assim, como a pesquisa da Sensus, o Ibope constatou que a rejeição de Dilma é mais alta que a de Serra: 33% dizem que não votariam em Dilma; contra 25% que afirmam o mesmo em relação a José Serra. E, para piorar, Dilma tem uma rejeição maior com um nível de conhecimento menor – ou seja, menos entrevistados declaram saber quem é Dilma em comparação com Serra.

A pesquisa foi realizada na semana passada com 2 002 eleitores em 140 municípios de todo os país. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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1 comentário

  1. Dilma diz que redução da jornada de trabalho não é questão de governo
    A pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, afirmou nesta sexta-feira pela manhã em entrevista à rádio Super Condá AM, que a redução da jornada de trabalho a 40 horas no país – campanha lançada pelas centrais sindicais nacionalmente – não é pauta de governo. Segundo ela, a questão deve ser negociada entre patrões e trabalhadores.
    – Essa questão não é pauta do governo. Eu concordo inteiramente que não é questão de governo. É reivindicação do movimento social. Se conseguirem negociar com os patrões e eles aceitarem, nos setores que aceitarem – disse Dilma, que não se manifestou sobre o tema em palanques de sindicalistas, como no 1º de Maio em São Paulo.

    – O governo não substitui movimento social, nem no lado dos trabalhadores nem dos patrões.

    Fonte: O Globo Online

    preza da candidata, tenho que discordar. Estava até pensando em dar meu voto a você,pois sou metalúrgico, e vejo as dificuldades que enfrentamos, e posso ir mais longe, os danos morais que passamos, nas empresas, que por sinal já é existente há muito tempo no próprio contrato de trabalho, lamento mas meu voto você e nem o Serra terá.

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