CHAPADÃO DO ARARIPE: É NECESSÁRIO AUMENTAR!

Li um comentário aqui no post de um torcedor do Bode do Araripe pleiteando o aumento da capacidade do Estádio Municipal Gilson Tiburtino. Antes do início do Campeonato Pernambucano de Futebol, postei uma matéria exortando os responsáveis pela Administração Municipal para que concluíssem os lances de arquibancada perto das cabines de rádio e a construção de um grande tobogã por trás do gol que fica para o lado da quadra poliesportiva da AEDA. Realmente, o torcedor tem toda razão. No jogo entre o Araripina e Sport Recife foi registrado um público superior a mais de seis mil pessoas e muita gente retornou antes de entrar no Estádio para assistir a partida nos bares e em casa, que foi transmitida pela Globo Nordeste. Apesar dos esforços para sediar o jogo, a improvisação irritou muito torcedor, uma vez que as arquibancadas da vaquejada deixaram uma passagem minúscula para circulação das pessoas e a lama tomou de conta do Estádio nessa parte onde me refiro.

Araripina é uma cidade portentosa economicamente e tem condições de ter um estádio melhor do que o atual. Não devemos nos apequenar com o exemplo das outras cidades do porte de Araripina. A ousadia deveria ser a marca de muitos que gerem a administração pública. A iluminação que colocaram ficou muito boa. Não restam dúvidas. Mas, o Chapadão do Araripe carece dessa complementação de lances de arquibanca para melhor acomodar os torcedores do Araripe e dos visitantes. Segundo estatística oficial,  por exemplo, o quarto melhor público do Pernambucano pertence ao Bode do Araripe, o que confirma a tese de que somos a quarta maior torcida do Estado, perdendo apenas para os três grandes do Recife. Esse dado é tão verdadeiro que quem acompanhou  pela televisão a semifinal entre o Central de Caruaru e o Sport Recife deve ter observado que aquele time tradicional do Agreste não tem a torcida que possui o Bode do Araripe com pouco mais de dois anos de fundação. Isso é um dado extraordinário, uma vez que o alvinegro centralino é um time muito mais antigo do que nosso caçula Bode do Araripe.

Não precisamos, por outro lado, ir tão longe para construir um grande lance de arquibancada por trás do gol que fica para a AEDA (não sou especialista no assunto, mas acredito que deva existir espaço para um tobogã para 10 a 15 mil pessoas naquele lado). Bastaria, apenas, usarmos dos préstimos profissionais dos inúmeros engenheiros, arquitetos, construtores que existem em Araripina para essa grande empreitada ou mesmo em parceria com construtores de Ouricuri, Salgueiro, essa última cidade com grandes empresas da construção civil com especialidade em grandes obras. Por quê não ousar e botarmos a mão na massa e realizar o desejo do torcedor da Região do Araripe. Temos quase um ano pela frente para o campeonato de 2011 e a cidade agradeceria, pois, apesar de alguns não gostarem, futebol gera renda e gerou renda para Araripina, em 2010.

Sandro Moraes

13.888-OAB/PE

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3 comentários

  1. É muito oportuna a obsevação do Sandro Moares. Araripina ocupa a 4ª colocação no ranking de maiores torcidas. Além do mais, o nosso estádio precisa ser ampliado e melhorado nas suas instalações. Reconhecemos que o estádio apresenta algumas qualidades boas, mas, falta arrumar alguns itens como:
    ampliação das arquibancadas nos espaços inacabados, melhorar o aspecto das cabines de rádio para dar melhor comodidade e condições de trabalho aos radialistas, enfim, dar uma melhor aapresentação e maior oferta de lugar ao apaixonado do Bodão do Araripe.

  2. O primeiro sistema politico económico e social organizado sob o conceito de Estado, dotado de forças militares que lhe serviam de suporte, foi o Esclavagismo absoluto, mconstituido por uma classe social privilegiada, titular de todos os poderes e de todos os direitos – os esclavagistas -, cujo chefe supremo dotado de todo o poder absoluto ou soberano adoptava o titulo de rei absoluto, e a classe dos seus súbditos, entre os quais predominavam os escravos, privados de todos os direitos humanos e reduzidos à condição de escravos nivelados pelos animais domésticos,ao serviço da referida classe dominante e que poderiam ser vendidos ou mortos pelos seus donos. Tal humanamente selvática situação originou constantes e violentas revoltas dos escravos, as quais levou os seus algozes a concederem – lhes alguns direitos humanos, não podendo ser vendidos nem mortos, mas continuando dependentes dos seus donos os quais permitiam que esses ex- escravos absolutos passassem a esvravos relativos, uma vez que os seus donos permitiam que tratassem para beneficio próprio uma pequena parcela de terreno, designada por gleba, sem no entanto deixarem de trabalhar para esses donos. A referida concessão da gleba, embora continuasse a ser propriedade do dono,substituia a designação de escravo pela de servo da gleba.Mas substituia tambem o titulo de Esclavagismo do primeiro conceito de Estado, pelo de Feudalismo ou esclavagismo relativo. Seguidamente, temporalmente, com o progrssivo desenvolivimento da actividade comercial,surgiu uma classe económica próspera – os mercantilistas – ao mesmo tempo que a classe politica dominante desbaratava nas grandes cidades, parasitariamente em festas constantes, os rendimentos das grandes propriedades rurais de que arbitráriamente se haviam apropriado, mas cuja exploraçãao estava entregue a caseiros, os quais iam enriquecendo. Esta situação conduziu ao endividamento dos feudalistas aos mercantilistas, bem como a casamentos, por motivos económicos entre membros das duas classes sociais, e daí resultou que com o desenvolvimento dos conhecimentos que conduziram à industrialização progresiva, tambem a ctividade comercial beneficiou de um progrssivo crescimento, o que veio causar a morte dos parasitários feudalistas, permitindo o acesso ao dominio politico e económico dos grandes benificiários da industrialização, cuja designação dos trabalhadores das fábricas passaram a ter a designação de operários,considerada mais prestigiante e mais bem paga que a de trabalhador rural,mas na realidade ambas vítimas da mais humilhante e degradante exploração humana que caracterizaram e continuam a caracterizar as ditaduras económicas e politicas suportadas por dispendiosos, parasitários e criminosos sistemas militares e industrias de armamento militar de repressão. Toda esta situação aconteceu e se mantém, tal como foi referido, porque a humanidade aínda se rege por relações de competição de natureza selvática, não obstante os muitos e constantes esforços que as pessoas civilizadas têm vindo a exercer no sentido dignificante da condição humana que a possa distinguir da condição de animal irrracional, o mais violento do nosso planeta. Para isso é necessário que as relações humanas passem a ser relações de cooperação solidária e de complementaridade de aptidões e de competências entre as pessoas, as instituições, os povos e uniões de povos adjacentes, sob a tutela coordenadora de um governo de expressão mundial.

  3. olho para o ceu e pesso a deus para que a tal politica nao atrapalhe o querido araripina fc pos toda torcida do bode do araripe esta comtano os dias para lota o chapadao em 2011 so vai da araripina

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