“Chuva de meteoros”

Ontem eu assisti a chuva de meteoros.
Foi poética a forma em que a gente buscava na intensidade do céu qualquer risco em movimento, na esperança de fazer um pedido talvez.
Foi rápido.
Relembrei das oportunidades que deixei passar pelos meus olhos, antes mesmo de fazer o pedido de realização. Arrependimento talvez.
Certamente eu não entendo muito de astrologia, no máximo sei identificar as três marias, mas sempre soube o que pedir caso visse uma estrela cadente e ontem aconteceu. O silêncio talvez não existisse naquele lugar mesmo que vazio e longe da cidade, mas tenho certeza de que todos nós que assistimos, ouvimos o silêncio interior na qual nossa visão periférica foi privilegiada com aquela experiência inédita. Uma distração e perdíamos um rabisco de vista. Irreversível. O céu sem duvida é a poesia mais linda escrita por Deus, conclui com o espetáculo que Ele me mostrou ontem dizendo “as estrelas cadentes serão a esperança quando as certezas chegarem ao fim.” Mágico!

#PO
Jales Taelyson

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