Cheque: símbolo de desonestidade política araripinense

Honestidade é uma qualidade de ser verdadeiro; não mentir, não fraudar, não enganar. A honestidade é a honra, uma qualidade da pessoa, ou de uma instituição, significa falar a verdade, não omitir, não dissimular. O indivíduo que é honesto repudia a malandragem a esperteza de querer levar vantagem em tudo.

Por falar em desonestidade, em Araripina, o cheque ainda é símbolo de desonestidade política, e em época de eleição os casos de cheques envolvendo os candidatos, muitas vezes, são usados como uma forma de chantageá-los.

Os cheques sem fundo de algum candidato, não são motivos para que esse deixe de  registrar sua campanha, desde que não seja protestado em cartório.

Os eleitores nem sempre concordam com boatos que envolvem seus candidatos, e acabam, por assim, tomando partido nos comentários, já que nenhum eleitor admite que seu candidato, escolhido para lhe representar, seja apontado como “caloteiro”

Os cheques sem fundo de algum candidato, não são motivos para que esse não registre sua campanha, porém ao ir para o cartório, pode ser um motivo. 

 Para os eleitores a  dica é a conversa entre grupos de eleitores, é a pesquisa de informações sobre cada um dos candidatos e a participação das reuniões com os próprios candidatos, para ouvir seus planos de governos, as ditas promessas. Talvez, nestas reuniões com os candidatos, os eleitores mais ligados, preparados, com suas listas de perguntas, possam perceber nas respostas e no comportamento destes candidatos, algumas mentiras, incertezas, desvios, demagogia, etc. Os eleitores devem interrogar os candidatos. Dependendo das respostas já da para tirar algumas conclusões. Fora este contato mais próximo, fica muito difícil separar o joio do trigo.

“Para povo desonesto, governante desonesto”. – Manúcio.

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